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Conjuntivite viral não é grave, mas requer cuidados

Doença bastante comum neste período do ano, a conjuntivite não é considerada grave, mas demanda alguns cuidados para evitar surtos.

Com a intenção de levar aos amigos informações para prevenir das doenças, a Drogalar foi ouvir o médico oftalmologista, Oswaldo Luiz F. Paschoal.

 

Conjuntivite é inflamação da conjuntiva, responsável pela cobertura de toda parte branca do olho e do lado interno das pálpebras.  As conjuntivites podem ser virais, bacterianas e alérgicas. A viral, também chamada de epidêmica, é mais comum e se manifesta por uma vermelhidão nos olhos, secreção, sensação de ardor, coceira e inchaço das pálpebras.

 

A conjuntivite viral é causada pelo adenovírus- o mesmo responsável por provocar a gripe. A doença tem um poder de disseminação muito grande, principalmente em ambientes fechados como escolas, creches e locais onde exista aglomerado de pessoas. Por isso a primeira providência é afastar o paciente com conjuntivite do convívio social.

 

Normalmente a doença tem duração de 7 a 14 dias. O tratamento é realizado com colírios que não contenham cortisona, pois estes podem piorar o quadro.

“A conjuntivite tem caráter benigno e se cura praticamente sozinha, no entanto, para evitar o contágio, em casa, é necessário isolar os objetos do paciente, lavar as mãos com freqüência e não compartilhar objetos como toalhas”, explica o oftalmologista.

 

Na conjuntivite alérgica os sintomas são parecidos aos da viral, no entanto, não há secreção.  Já a bacteriana demanda um pouco mais de atenção, pois pode provocar até ulcera na córnea. “O indicado, quando se está com os sintomas, é procurar um serviço de saúde para avaliação do tipo de conjuntivite, para ter a prescrição médica adequada”.

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