Política

Requerimentos “polêmicos” de Professor Edvaldo foram aprovados sem discussões

 

 

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Os requerimentos do vereador Professor Edvaldo (DEM), pedindo informações da prefeitura sobre as investigações do “Caso Sueli Feitosa”, foram aprovados de forma unânime na noite desta segunda-feira (17) na câmara de vereadores de Santa Cruz do Rio Pardo.

Os requerimentos já tinham ido a votação na última sessão, e acabaram sendo rejeitados por oito vereadores da bancada da situação, o que gerou um grande repercussão nas redes sociais e ruas da cidade, com a maioria das pessoas criticando a reprovação dos documentos.

Para piorar, dias depois o delegado de policia, Renato Caldeira Mardegan, concedeu entrevista e elogiou o próprio Edvaldo e Murilo Sala, segundo a autoridade policial, vereadores que estavam ajudando a policia, e haviam levado informações na delegacia.

Essa entrevista gerou um mal estar muito grande no legislativo santa-cruzense, e os vereadores antes contrário a criação de um CPI para investigar o caso, mudaram de opinião, e um pedido de abertura de investigação pedido pelo vereador Edvaldo, acabou conseguindo as assinaturas necessárias para ser apreciado em plenário.

O problema que este documento causou efeito contrário, pois as autoridades policiais e até mesmo Ministério Público, deram a entender que não era o momento de uma CPI ser criada, e isso fez com que o documento não entrasse na pauta da sessão, e inclusive na quarta-feira (19), os vereadores irão se reunir com o Promotor de Justiça, Reginaldo Garcia.

Edvaldo disse ter feito os documentos mais didáticos para uma melhor compreensão de seus colegas

 

O que chamou a atenção nesta noite é que os vereadores antes contrário aos requerimento de Edvaldo, desta vez mudaram de opinião e com exceção do líder da bancada, Luciano Severo, ninguém falou.

Severo foi rápido e disse que os documentos estavam sendo aprovados, pois sofreram alterações.

Já o autor dos requerimentos não concordou “Eu apenas tirei algumas perguntas, mas o teor é o mesmo, a única diferença é que desta vez eu fui bem didático, na última sessão eu fui várias vezes na tribuna e disse que só queria sim ou não como resposta, e pelo jeito os colegas não entenderam, então desta vez coloquei o sim ou não nos documentos, e se a prefeitura preferir e for mais fácil pode responder ali mesmo” disse Edvaldo.

Ouça a entrevista do Professor Edvaldo após a sessão.

 

 

 

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