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Acompanhantes dos pacientes devem respeitar normas do hospital

 

 

Entre segunda e terça-feira (11 e 12 de setembro), colaboradores dos setores da Maternidade, Centro Cirúrgico e recepções, da Santa Casa de Misericórdia de Santa Cruz do Rio Pardo se reuniram para debater alguns itens para aprimoramento do Programa Rede Cegonha. O encontro foi conduzido pela médica pediatra, Kátia Henares e enfermeira, Patrícia Yoneda.

Médica pediatra, Katia Henares e enfermeira, Patrícia Yoneda, conduziram reunião

 

O objetivo foi realizar um balanço dos dois primeiros meses da implantação das novas regras do Programa Rede Cegonha, assim como aprimorar as condutas de trabalho referente ao projeto.

Entre as principais demandas discutidas está o desrespeito dos acompanhantes às regras do hospital. Desde julho, a mulher tem direito a um acompanhante tanto no pré-parto, parto, como no pós- parto e o comportamento da pessoa escolhida deve respeitar as exigências para o bom andamento dos trabalhos.

Ficaram definidas algumas funções do acompanhante como, ajuda no cuidado com o bebê, com a troca de fralda e banho. “O acompanhante está proibido, por exemplo, de mexer no soro da paciente. Começamos este programa, pois são regras a serem cumpridas diante do Ministério da Saúde, mas apenas agora após a prática, sabemos o que temos de aprimorar”, comenta doutora Kátia.

Colaboradoras dos setores da Maternidade e Centro Cirúrgico se reuniram para debater as condutas

 

Mais um item debatido é a necessidade dos acompanhantes passarem pelo treinamento, sobre as regras do hospital, que inicia desde o pré-natal. Já o curso para acompanhante durante o parto cesárea é ministrado pelos enfermeiros do Centro Cirúrgico, abordando noções básicas de comportamento dentro daquele espaço. Inclusive, há documento que comprove a participação do acompanhante no curso. A orientação acontece das 13h às 18h, de segunda a sexta-feira. Não é permitido, fotos, filmagem e uso de celular nas dependências do Centro Cirúrgico, apenas do recém-nascido após a cirurgia.

Como a área física dos quartos não é adequada é solicitada a colaboração de todos. É proibido utilizar os leitos vagos, pois estes são destinados somente às pacientes; é necessário obedecer os horários de troca de acompanhantes; é obrigatório o uso de crachá de identificação, o nome do mesmo deve ser informado no momento da internação; é proibida a circulação nos corredores e em outras enfermarias e apartamentos; toda a vez que o pessoal da enfermagem necessitar realizar algum procedimento no quarto, é necessário respeitar o pudor das pacientes e se retirar.

O horário para visitantes, das 13h às 19h também deve ser respeitado, é permitido uma visita por leito.

“Os acompanhantes vêm sem preparo, por isso teremos um contato com a Secretaria da Saúde para que as orientações comecem desde o pré-natal e desta forma teremos um comportamento mais adequado no hospital”, frisa a enfermeira Patrícia.

Durante o encontro também ficaram definidas algumas ações conjuntas entre os setores da maternidade e UTI Semi Intensiva com a intenção de garantir maior agilidade e entrosamento nos cuidados com o bebê.

 

 

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