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Serviço de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa promove Campanha Outubro Rosa

 

 

No próximo mês, o SDI- Serviço de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa de Misericórdia, de Santa Cruz do Rio Pardo, entra na Campanha Outubro Rosa, com a realização do mutirão da mamografia. Mulheres com mais de 40 anos não precisam do encaminhamento médico para realizar o exame, basta entrar em contato através do telefone (14) 3332-1222, ramal 204 para agendamento.  O exame será realizado nos períodos da manhã e tarde, de acordo com necessidade de cada paciente. É importante a apresentação de exames anteriores de mamografia.

De acordo com dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos de câncer a cada ano. No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária a incidência do câncer de mama cresce progressivamente.

DETECÇÃO PRECOCE

Embora a hereditariedade seja responsável por apenas 10% do total de casos, mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmãs) foram acometidas, antes dos 50 anos, apresentam maior risco de desenvolver a doença.

Segundo orientações do Inca, esse grupo deve ser acompanhado a partir dos 35 anos ou 10 anos do parente mais próximo acometido pela doença. Primeira menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 30 anos e não ter tido filhos também constituem fatores de risco para o câncer de mama. Mulheres que não se encaixem nesses perfis também devem buscar orientação médica.

“A forma mais eficaz para a detecção precoce é a mamografia. Ela permite a detecção do câncer ao mostrar lesões em fase inicial, devendo ser realizada anualmente a partir dos 40 anos”, lembra o médico, Bruno Oliveira.

Câncer de mama induzido pela mamografia: mito ou realidade?

Embora a irradiação durante a mamografia seja muito menor do que a utilizada em outros exames de imagem, ela apresenta algumas características específicas: é aplicada em indivíduos saudáveis, de forma repetitiva, sobre um tecido com maior susceptibilidade.

Existe um risco real de câncer radioinduzido pela mamografia?

Vários trabalhos recentes demonstram que os benefícios do rastreamento mamográfico para as mulheres entre 40 a 74 anos superam qualquer tipo de risco. Mas quando o rastreamento é iniciado antes dos 30 anos, nessas não foram demonstrados benefícios.

“O câncer de mama é um mal cada vez mais curável, mas para que isto ocorra, o diagnóstico precoce é imprescindível. Se hoje conseguimos cirurgias menos agressivas, com resultados oncológicos e estéticos melhores, muito devemos à mamografia”, comenta o médico.

“O outubro é rosa porque esta é a cor que melhor representa a delicadeza e a sensibilidade feminina, pois este é o mês eleito para lembrar a necessidade da detecção precoce e da informação. Mas a mamografia é azul, porque ela salva vidas. Claro que não é um exame perfeito, porque nenhum exame o é., mas é ainda o que temos de melhor para rastreamento populacional”, completa o médico.

 

 

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