Saúde

Secretaria da Saúde anuncia ação preventiva contra a dengue

 

 

A Dengue segue preocupando a Secretaria de Saúde de Santa Cruz do Rio Pardo. Após ter cinco casos da doença notificados ainda no começo deste ano, sendo que três foram descartados com sorologia negativa e dois aguardam confirmação, os agentes de controle de vetores e agentes comunitários voltaram a realizar visitas de prevenção pela cidade.

Segundo informações cedidas pela Vigilância Epidemiológica do município, essa intensificação do controle tem como objetivo minimizar as chances de um surto de Dengue no munícipio, visto que várias cidades próximas, como Bauru, já estão em estado de epidemia.

A visitação deverá acontecer em toda a cidade. Os agentes de controle de vetores realizarão a aplicação do larvicida e a nebulização em vizinhanças com casos confirmados e notificados, enquanto os agentes comunitários atuarão por meio da educação às famílias e vistoria do domicílio. É importante que a população colabore com a ação, permitindo a entrada dos agentes e realizando a limpeza adequada de caixas d’água, terrenos baldios que sejam próprios e quintais.

Em caso de suspeita de Dengue, o paciente deve procurar uma Unidade Básica de Saúde para que a notificação do caso seja formalizada através do protocolo existente (coleta de sangue após seis dias do aparecimento dos sintomas).

Os sintomas da doença geralmente sem manifestam entre o 3° e 15° dia após a picada do mosquito, no chamado período de incubação. No caso da Dengue clássica, os principais sintomas são febre alta com início súbito, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, perda do paladar e apetite, náuseas e vômitos, tonturas, extremo cansaço, manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, moleza e dor no corpo, principalmente nos ossos e articulações.

A Dengue hemorrágica no início apresenta os mesmos sinais da comum, mas se após o fim da febre surgirem sintomas como dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, pele pálida, fria e úmida, sangramento pelo nariz, boca e gengivas, sonolência, agitação e confusão mental, sede excessiva e boca seca, pulso rápido e fraco, dificuldade respiratória e perda de consciência, é preciso atenção, já que o quadro clínico pode se agravar rapidamente e levar o paciente à morte em até 24 horas.

 

 

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