Política

Rotina: Bate boca entre vereadores na última sessão de 2016

Nem o clima natalino acalmou os ânimos na última sessão de 2016 na câmara de vereadores de Santa Cruz do Rio, e assim como aconteceu na maioria das reuniões deste ano, teve bate boca entre os edis.

 

Os personagens desta vez foram Luiz Carlos Novaes Marques, Psiu (PSDB) e o presidente Roberto Mariano Marsola (PTB). Tudo começou quando Psiu, que voltava a sessão depois de cumprir suspensão por 30 dias, pediu para usar a tribuna em nome da liderança do seu partido.

 

“Senhor presidente estou aqui repassando para a imprensa documentos que provam como sou perseguido nesta casa, fui suspenso por uma Comissão de Ética que não existe, era para ter sido formada uma nova comissão no inicio do ano, e onde está a ata disto, não tem porque não aconteceu, isso mostra sua falta de comando, incrível os assessores jurídicos ganham 10, 12 mil e não conseguem enxergar um fato grave deste” disse Psiu.

 

Marsola interviu durante o pronunciamento do vereador tucano “Está tudo dentro da lei, o senhor está equivocado” comentou o presidente, iniciando então um bate boca entre os dois vereadores.

Psiu apresentou documentos para a imprensa “Aí está a prova que a Comissão de Ética está irregular

 

Com os ânimos mais calmos Marsola pediu para  que o assessor parlamentar, José Eduardo Catalano, usasse a tribuna para explicar o assunto.

 

Catalano disse que a Comissão de Ética faz parte das comissões permanentes da casa, então seus membros podem ser reeleitos, sendo assim não existe nenhuma irregularidade.

 

“Mostrem-me a ata onde foi feito isso esse ano, quero ver a ata, isso é perseguição, sou perseguido nesta casa porque eu trabalho e fiscalizo” bradou Psiu.

Souza Neto – Presidente da Comissão de Ética

 

Souza Neto (DEM) presidente da Comissão de Ética pediu o uso da palavra “Como minha comissão foi citada e tenho direito e dever de falar, estou tranquilo, não existe nenhuma irregularidade, prova disso é que a justiça concordou com nossa decisão” falou Souza.

 

Após o término da sessão a reportagem SCN conversou com José Eduardo Catalano e com o vereador Psiu, e ambos garantem estar com a razão e mostraram documentos provando isso.

 

“Virou questão de honra eu provar que estou certo, infelizmente nada poderá ser feito, tive que cumprir os 30 dias e o meu mandato está acabando, mas vou provar tudo não passou de perseguição para um vereador que trabalhou e fiscalizou” finalizou Psiu.

 

 

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