Saúde

Sabe aquela feridinha no pé que nunca fecha? Ela pode levar à amputação

 

 

A cada minuto, três pessoas perdem membros inferiores no mundo em decorrência da diabete

Pessoas com diabete têm até 40% mais riscos de sofrer amputação de membros inferiores. O dado é preocupante por si só e deveria servir de alertar aos portadores da doença. Mas, infelizmente, isso não acontece.

O pé diabético é uma das principais consequências da doença. Às vezes, uma pequena ferida, bem pequena mesmo, é ignorada pelo paciente. Muitas vezes essa ferida nasce de maneira corriqueira, como, por exemplo, na hora de fazer as unhas ou quando o paciente coça a região com um pouco mais de força.

O problema é o paciente não se dar conta da gravidade do fato e tentar, de maneira completamente ineficiente, curar a tal ferida de modo caseiro. Do dia para a noite (literalmente), essa ferida, antes “inofensiva”, aumenta de tamanho e de complexidade.

“Todo diabético precisa criar um hábito, que vem da conscientização. Qualquer ferida no pé, não importa o tamanho e nem como ela surgiu, deve ser tratada por um especialista. Procurar outro caminho é colocar em risco a própria saúde e abrir porta para o comprometimento do membro e até mesmo a amputação”, alerta a enfermeira-chefe da AleNeto Enfermagem, Nayara Moreno.

 De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a cada minuto, três pessoas são amputadas no mundo em decorrência da doença. O pé diabético ocorre devido à ação destrutiva do excesso de açúcar no sangue.

“O risco de amputação no cenário do pé diabético, aumenta de 15 a 40 vezes. Da população das pessoas com diabetes, pelo menos 25% delas apresentarão sérios problemas funcionais. O percentual de úlceras diabéticas chega a 15%. A simples presença da ferida dobra a chance de óbito dentro de 10 anos e a amputação maior, acima do tornozelo, em pacientes complexos, leva ao óbito em cinco anos, em quase 75% dos casos. Morre-se mais gente de complicações do pé diabético do que de Câncer de Mama, Câncer de Próstata, Câncer de Colon, Linfoma, AIDS, Associação de AIDS e Câncer de Mama”, disse o médico Fábio Batista, especialista no assunto, em entrevista ao portal “Terra”.

A AleNeto Enfermagem, que atua em Santa Cruz do Rio Pardo, Ourinhos e região, e recentemente abriu novas equipes em São Paulo e Santos, tem uma equipe especializada em feridas e curativos, além de oferecer plantões completos de enfermagem e cuidador de idosos. Para saber mais sobre o assunto e conhecer de perto o trabalho da empresa, ligue (14) 3372-0631 e no telefone de plantão 24 horas (14) 99747-0154 ou faça uma visita no consultório que fica na Avenida Batista Botelho, 418, sala 4.

 

 

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